A advogada foi morta a tiros dentro de casa, na Bahia. Assessoria da artista emitiu nota oficial destacando que a vítima era confidente da família e exigindo apuração rigorosa.
Diariodomediosudoeste| 29 de julho de 2026
A apresentadora e cantora Mara Maravilha (Eliemary Silva da Silveira) manifestou-se publicamente através de suas redes sociais após o assassinato brutal de sua prima-irmã, a advogada Dra. Cláudia Félix, de 51 anos. O crime, ocorrido na cidade de Itororó, no sudoeste da Bahia, chocou a comunidade local e gerou forte comoção.
Por meio de um comunicado assinado por sua assessoria artística e jurídica, a artista confirmou o grau de parentesco e a proximidade que mantinha com a vítima, além de cobrar respostas rápidas das autoridades policiais.
Confidente e suporte jurídico
No texto divulgado, a equipe reforça a ligação íntima entre as duas e sinaliza que a advogada acompanhava questões reservadas da família:
"Sim, a Cláudia Félix era prima irmã de Mara Maravilha. Como advogada, Dra. Claudia Félix era confidente dos assuntos familiares de Eliemary Silva da Silveira; Assuntos esses, que em momentos propício serão expostos. Por hora, obedecendo as orientações jurídicas, apenas nos cabe esclarecer que nos empenharemos para que tudo seja apurado de forma minuciosa, com responsabilidade! Comunicaremos todas as informações legally e prudentes".
Apelo por justiça e respeito ao luto
A nota também faz uma convocação às entidades de classe e às autoridades do estado, exigindo o encerramento do caso e a punição dos responsáveis:
"A (OAB) Ordem dos Advogados do Brasil, a Bahia e a própria Mara Maravilha clamam por justiça por Dra. Cláudia Félix. Agradecemos também a compreensão, interesse e o respeito de todos em relação as barbáries que a dra. Cláudia Félix sofreu, vindo a ser assassinada cruelmente".
A publicação encerra-se com um apelo à empatia e cita o ativista Martin Luther King Jr.:
"O luto é um processo único e não tem prazo. Respeito e empatia fazem toda a diferença. 'A injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça por toda parte'."
Entenda o caso
De acordo com as investigações preliminares da Polícia Civil da Bahia, a residência da advogada foi invadida por homens armados. As suspeitas em apuração indicam que a vítima vinha sofrendo ameaças e extorsões decorrentes de uma suposta dívida atribuída a um familiar.
A Polícia Civil segue realizando diligências e colhendo depoimentos para apurar a autoria, a motivação exata e a dinâmica do homicídio. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.




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