A comunidade de Itororó, no Médio Sudoeste baiano, vive dias de indignação e extrema apreensão após o assassinato da advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos. O crime ocorreu na madrugada do último sábado, quando homens encapuzados e armados invadiram a residência da vítima, localizada na Rua Odilon Pompilho, e efetuaram diversos disparos de arma de fogo.
A advogada era prima da cantora e apresentadora Mara Maravilha (filha de Marileide Félix, tia da vítima). Até o momento, a artista não se pronunciou publicamente nas redes sociais ou imprensa sobre a tragédia familiar.
Detalhes do crime
Invasão e execução: De acordo com os registros policiais, homens encapuzados arrombaram o imóvel e dispararam contra a advogada, sem dar chance de defesa.
Socorro e perícia: O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e atestou o óbito no local. A Polícia Militar isolou a área para os trabalhos do Departamento de Polícia Técnica (DPT).
Mobilização da OAB: A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA e Subseção Itapetinga) repudiou veementemente o "bárbaro homicídio" e anunciou acompanhará de perto os desdobramentos das investigações.
Clima de medo e cobrança à Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA)
A brutalidade da execução dentro do próprio lar provocou pânico entre os moradores de Itororó. A população local e a classe jurídica exigem uma resposta firme, célere e transparente da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
A comunidade do município espera que o Governo do Estado e a Polícia Civil empenhem todos os esforços e recursos necessários para apurar a motivação do crime e prender os autores. Itororó clama por justiça e pelo restabelecimento da ordem e segurança do município
As informações são do site Diariodomediosudoeste



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