A juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, negou o pedido de liberdade e manteve a prisão preventiva do cantor Oruam. O rapper é réu em um processo que investiga os crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio. Apesar do mandado expedido pela Justiça, o artista é considerado foragido há 135 dias.
Os argumentos da defesa
Na tentativa de reverter a prisão preventiva, os advogados do cantor apresentaram uma série de justificativas ao Tribunal. Entre os principais pontos destacados pela defesa estavam:
Estado de saúde crítico: Segundo a equipe jurídica, Oruam foi diagnosticado com tuberculose pulmonar, enfrentando uma perda severa de peso e necessitando de isolamento imediato para o tratamento da doença.
Encerramento da instrução: Os advogados argumentaram que a fase de coleta de depoimentos e provas do processo já foi totalmente concluída, o que, em tese, diminuiria o risco de interferência nas investigações.
Bons antecedentes: A defesa reforçou que o artista é réu primário, possui residência fixa e já realizou a entrega de seu passaporte às autoridades, demonstrando que não teria intenção de deixar o país.
A decisão judicial
Apesar dos apelos médicos e jurídicos, a magistrada optou por manter a ordem de prisão. O fato de o cantor estar formalmente foragido há mais de quatro meses pesou contra a concessão do benefício da liberdade Provisória.
Status do caso: Com a decisão mantida, as forças de segurança continuam em busca do paradeiro do artista. O processo segue em andamento na 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro.
Até o momento, a assessoria de imprensa do cantor e sua equipe jurídica não se pronunciaram publicamente sobre os próximos passos do caso ou se pretendem recorrer da decisão em instâncias superiores.


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