Paulo Sérgio Neves de Souza declarou à Polícia Federal que sabia, desde 2024, de uma fraude de ao menos R$ 11,5 bilhões envolvendo títulos sem valor, mas o departamento responsável pela supervisão bancária só comunicou o caso ao Ministério Público Federal em 17 de novembro de 2025.
O depoimento estabelece uma defasagem concreta na atuação fiscalizatória e reforça a apuração sobre possível retardamento deliberado das providências. Paulo Sérgio é investigado por suposto favorecimento ao Master, mas a declaração não comprova, isoladamente, corrupção ou participação na fraude.


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